Diferença entre trauma penetrante e trauma contuso, por Fernanda Barboza

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Hoje, iremos trabalhar mais um tema de urgência e emergência, então peguem caneta e folha para anotar as informações importantes!

O objeto que simplesmente colide com a pessoa e não lesiona a pele é característica de trauma contuso. Se penetrar na pele, teremos um trauma penetrante.

O trauma penetrante pode ser explicado como um princípio que aborda a área de contato entre o objeto (faca, arma de fogo) e o corpo. Se a área de contato do objeto é pequena com relação ao corpo, e a força de aplicação do objeto excede a resistência da pele, o objeto é forçado a atravessar o tecido. Se a força é disseminada em uma área maior, e a pele não é penetrada, então se trata de um trauma contuso.

Em todas as duas situações (trauma penetrante e trauma contuso), a cavidade é formada pela força do objeto impactante. A diferença é que, no trauma contuso, a lesão é interna, e no penetrante, a lesão é interna e externa.

Com relação ao projétil, a superfície de contato depende de outros fatores, como o tamanho do projétil, seu movimento dentro do corpo, deformação e fragmentação.

Vamos entender melhor a lesão penetrante?

Lesões penetrantes

Aluno(a), já verificamos que o trauma penetrante ocorre quando a área de contato do corpo com o objeto é pequena, e essa força excede a resistência da pele, sendo o objeto forçado a atravessar o tecido.

O trauma penetrante pode ser causado por armas brancas, armas de fogo ou pela penetração de objetos no corpo. Nos traumas por armas de fogo, há transferência de alta ou média energia, e os tecidos circundantes são afastados no trajeto do projétil, dando origem à CAVITAÇÃO (lesão).

Quando ocorre um acidente com projétil, há destruição mecânica e funcional dos tecidos circundantes, o que leva pedaços de roupa ou outros materiais do local de impacto, depositando-os na profundidade da ferida. Lembre-se de que, quanto maior a velocidade e o calibre do projétil, maior será a cavitação e a região afetada.

São considerados causadores de lesões de alta energia os fuzis e as metralhadoras; de média energia, os revólveres e rifles; e de baixa energia, faca e picador de gelo.

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Fernanda Barboza é graduada em Enfermagem pela Universidade Federal da Bahia e Pós-Graduada em Saúde Pública e Vigilância Sanitária. Atualmente, servidora do Tribunal Superior do Trabalho, cargo: Analista Judiciário- especialidade Enfermagem, Professora e Coach em concursos. Trabalhou 8 anos como enfermeira do Hospital Sarah. Nomeada nos seguintes concursos: 1º lugar para o Ministério da Justiça, 2º lugar no Hemocentro – DF, 1º lugar para fiscal sanitário da prefeitura de Salvador, 2º lugar no Superior Tribunal Militar (nomeada pelo TST). Além desses, foi nomeada duas vezes como enfermeira do Estado da Bahia e na SES-DF. Na área administrativa foi nomeada no CNJ, MPU, TRF 1ª região e INSS (2º lugar), dentre outras aprovações.

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